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Ôôôôôôôôôôôôô…!

Próximooooooooooo!!!! Do que eu vou falar hoje? Hein? Isso mesmo! #CPBA \o/ Siiiiim, amigos! Eu estava lá, e vou contar um pouco para vocês! A #CPBA já começou surpreendendo por ser em uma Arena né, mores? Tive minhas dúvidas sobre o local, achei que não daria certo, mas quando cheguei lá só conseguia achar lindo aqueles palcos montados nas arquibancadas (onde ninguém podia roubar as cadeiras rs). 

Não tem como não amar uma Campus que teve como magistrais a Mônica Sousa (Ela mesma! Filha do Maurício de Sousa),  Jon “Maddog” Hall, Ada E. Yonath, nosso amado Dado Schneider, Candice Pascoal, e o cara que fez a melhor palestra desta CP, na minha opinião, pois sou apaixonada por Big Data e afins, o cientista de dados, Ricardo Cappra. E vários outros palestrantes, também maravilhosos como a PhD em física, ex participante do MasterChef Brasil, Caroline Martins.

A área open foi um sucesso! Simuladores para todos os gostos, startups, food trucks, palestras, e até uma limusine da Easy Taxi pra dar uma volta. Tivemos também a Open Kids, com 10h de programação diária. Oficinas de programação em Minecraft, criação de games, criação de robôs, apresentações teatrais, entre outros; tudo voltado para o público infantil.

O camping estava bem quente no primeiro dia, foi difícil dormir. Depois instalaram alguns ventiladores para amenizar a temperatura. Alguns pessoas preferiram levar o colchão para arena e dormir feliz com o vento gostoso da noite. As duchas ficavam um pouco longe. Fazíamos uma leve caminhada para poder tomar banho. A fila das duchas masculinas pela manhã era enorme! Coisa nunca vista em outra CP. E para nossa tristeza não havia muitos brindes e nem café da 3 Corações (#VoltaMozão). Campuseiro se alimenta de café, Cup Noodles e brindes. Não pode faltar essas coisas, gente!

Bom, em meio a toda essa programação, ainda deu tempo de turistar por Salvador. Tirar muitas fotos, e o mais importante, rever os amigos, conhecer aqueles amigos que até então, eram virtuais, e fazer novos amigos. Almoçar juntos, passar a madrugada conversando, fotografar o amiguinho que dormiu na bancada, zoar bastante, gritar muito “Ôôôôôôôôôôôôôô…”, se divertir com o homem aranha dançante que foi a sensação da #CPBA… Compartilhar o sentimento de ser campuseiro.

E então, chega o momento que gostaríamos de adiar igual adiamos o despertador todos os dias (sem função soneca eu não vivo). Como o carnaval, toda Campus Party também tem seu fim. Ao invés da quarta, um domingo de cinzas. Dia de desmontar o lar dos últimos dias. Dia em que o peso do conhecimento adquirido, o peso das lembranças, deixam a mala mais pesada. Dia em que a alegria já começa a se transformar em saudade. Dia em que o pensamento de se distanciar dos amigos, da família campuseira, começa a doer. Como disse meu amigo Miglioranza, em uma conversa, essa semana, a separação é um rasgo no coração. Fomos criados para nos relacionar, então, a quebra da relação é dolorida, pois nos obriga a viver o que não fomos criados para viver. Mantemos contato por Whatsapp, Telegram, Twitter, Facebook, Instagram, etc, mas nem mesmo uma videoconferência é capaz de nos fazer sentir a presença daqueles que amamos. Nos contentamos com isso, pois é uma forma de injetar morfina em nossas relações quebradas pela distância. Um placebo relacional.

Agora, vamos mudar esse tom de tristeza e terminar esse texto com o gif que melhor representa a #CPBA. A alegria do Francesco, vulgo Papai Smurf, demonstra o quanto essa Campus foi especial. <3 

Patty
Viciada em séries, compra mais livros do que consegue ler, amante da Campus Party, graduanda em Sistemas de Informação, a menina da TI que não gosta de café.

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